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Manufatura aditiva

com Jorge Vicente Lopes

01/março ( 18:00 - 18:30 )

Sobre


As tecnologias de impressão 3D, conhecidas formalmente como “manufatura aditiva" tiveram seu início em meados da década de 80 e, hoje, apesar de grande evolução alcançada, ainda é uma tecnologia considerada na sua infância. Essas tecnologias evoluíram do ponto de vista de precisão, confiabilidade, repetibilidade e em especial das aplicações inovadoras que vão desde a área aeroespacial até a saúde. 

Não seria um exagero afirmar que hoje estamos vendo a “ponta do iceberg” da impressão 3D e temos muito para debater, aprender e trocar experiências sobre isso.

E quem vem falando disso é o Dr. Jorge Vicente Lopes, pesquisador sênior do CTI Renato Archer, que é um centro situado em Campinas. Ele compartilhará as tecnologias de impressão 3D, suas aplicações, bem como nos desafios e oportunidades que as empresas inovadoras no Brasil e no mundo terão pela frente nos próximos anos.

 

AGENDA

18h00 Welcome & Credenciamento

18h30 Abertura

18h40 Apresentação Jorge

19h30 Debate

20h30 Encerramento


Localização


Campinas/SP - Weme. Avenida Jesuíno Marcondes Machado, 630. Nova Campinas

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Preço


R$ 30

Jorge Vicente Lopes

Graduado e mestre em engenharia elétrica e doutor em engenharia química. É pesquisador sênior do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações. Publicou mais de 100 artigos em revistas científicas internacionais e é membro do corpo editorial e revisor de várias revistas científicas. Publicou mais de 50 capítulos de livro com autores de centros mundiais. Participa frequentemente, como convidado, de importantes conferências nacionais e internacionais. Fundou, em 1997, a área de tecnologias 3D do CTI Renato Archer com visão pioneira e inovadora no Brasil criando programas associados à essas tecnologias nas área médica, indústria e científica. Coordenou vários projetos e consultorias com empresas, governo e agências de fomento. A pesquisas realizadas sob sua coordenação têm ampla cooperação, excelência científica, bem como relevância e aplicabilidade para vários setores da sociedade. Um exemplo disso são ferramentas computacionais 3D desenvolvidas no seu laboratório e usadas em 150 países nas maiores universidades e centros de P&D na forma de código aberto.